Nem reparei no dia... parece porém que foi ontem aquele dia infeliz que se afirma ser dedicado à mulher.
Chamo-lhe infeliz porque, enquanto mulher, sem a força física que me distingue do homem, nunca consegui entender bem a razão de uma tal escolha. Compreendo o dia da mãe, do pai, da criança, da poupança... enfim, como forma de homenagem, defesa, ou esclarecimento para menos precavidos. Mas da mulher? E só porque esta foi considerada, ao longo dos tempos, e ainda o é, em certas culturas, inferior ao homem em direitos, que nunca em deveres? Não é inferior ao homem, é diferente, como o prova o seu papel de esposa, companheira, mãe, irmã, filha, profissional em múltiplas ciências e actividades e é um ser valioso, solidário, tanto ou mais que o homem, e imprescindível no tecido social.
Qual é o dia do homem? Só o do pai?... Ou o do avô?... E porque será?... Só razões de natureza económica?
Se não há... é porque o não merece.
No dia da mulher houve algo de diferente para mim: ao jantar, comi pizza... Valeu?...
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