Se a vida pode mudar em segundos... por quê o esforço de fazer coisas?
Para deixar marcas?
E que marcas?
Por que vivemos de olhos abertos?
Ou porque adoramos fechá-los para não encararmos a crua realidade?
Não se podem fechar, porém, os olhos na altura em que não dormimos... porque não somos seres amestrados.
Contudo, quantas noites fechamos os olhos e não encontramos nada de grato que nos ajude a adormecer e há uma sombra invisível que oprime tanto como um peso de que não conseguimos livrar-nos...
Se não consigo fazê-lo, só a insónia me vai servir de companhia.
Os braços da insónia são insípidos e densos. Se não os deslaço para fazer coisas, ocupar-me-á, teimosa, até à noite do dia a seguir.
Acontece que o dia é absolutamente igual a qualquer outro e não há sono que me valha! O que é sumamente irritante!...
Contudo, quantas noites fechamos os olhos e não encontramos nada de grato que nos ajude a adormecer e há uma sombra invisível que oprime tanto como um peso de que não conseguimos livrar-nos...
Se não consigo fazê-lo, só a insónia me vai servir de companhia.
Os braços da insónia são insípidos e densos. Se não os deslaço para fazer coisas, ocupar-me-á, teimosa, até à noite do dia a seguir.
Acontece que o dia é absolutamente igual a qualquer outro e não há sono que me valha! O que é sumamente irritante!...

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