Histórias da quintinha...


Foi com entusiasmo encantado que deparei com a primeira  flor das várias que depois foram surgindo... Há tanto que já não encontrava aquela elegância alegre desta flor campestre!
Já me tinha queixado...
Para as ver preciso descer ao Alentejo, no tempo do verde das searas...
Não foi preciso. Como um milagre, o vento encarregou-se de trazer uma sementinha que enraizou e ficou...

Ei-las, já nos fins de agosto, já com sacos de sementes que creio virem garantir novos milagres para o ano que vier.
Não sei se cá estarei para me alegrar com elas, mas não será importante: elas ficarão e outros se alegrarão de vê-las ondular sob o sol. E dançar ao vento...
... porque é essa a ciência oculta da natureza. E ela está certa. 
Eu, não.

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